segunda-feira, 22 de abril de 2013
DRIBLE LEGAL,CENTRO ESPORTIVO ARRAIAL DO CABO E FILHOS DE DAVID.
Dia da Terra 2013
Dia da Terra 2013: entenda como surgiu a data e seu significado
O Dia da Terra 2013 - ou, oficialmente, Dia Internacional da Mãe Terra - é uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para marcar a responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza e a Terra e alcançar um balanço entre economia, sociedade e ambiente.
"O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa - e nossa sobrevivência no futuro", diz mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Contudo, a história dessa comemoração é bem mais antiga. O primeiro Dia Nacional da Terra ocorreu em meio ao movimento hippie americano, em 1970. Se por um lado a música e os jovens eram engajados, de outro os americanos viviam com seus carros com motor V8 e a indústria despejando produtos poluidores com pouco medo de represálias legais.
A ideia de uma data para marcar a luta pelo ambiente veio do senador Gaylord Nelson, após este ver a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia, em 1969. Ele recebeu o apoio do congressista republicano conservador Pete McCloskey e recrutou o estudante de Harvard Denis Hayes como coordenador da campanha.
No dia 22 de abril, 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos saíram às ruas para protestar em favor de um planeta mais saudável e sustentável. Milhares de escolas e universidades organizaram manifestações contra a deterioração do ambiente e engrossaram os grupos ambientalistas. Foi um raro momento que juntou até mesmo democratas e republicanos.
O resultado prático foi a criação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e dos atos do Ar Limpo, Água Limpa e das Espécies Ameaçadas. "Foi uma aposta", lembra o senador, "mas funcionou."
Com informações da Earth Day Network.
sábado, 6 de abril de 2013
Mais de 79.500 casos de dengue foram notificados no Estado do Rio
Mais de 79.500 casos de dengue foram notificados no Estado do Rio
Esta semana, secretaria estadual de Saúde confirmou duas primeiras mortes no Rio
A secretaria estadual de Saúde confirmou as duas primeiras mortes por dengue na cidade do Rio de Janeiro, elevando para cinco o número de óbitos pela doença no Estado. Apesar de o número de mortes ter caído com relação ao ano passado, chama atenção o expressivo aumento no número de casos da doença - até o dia 30 de março foram notificados 79.587 casos suspeitos no Estado, contra 56.912 no mesmo período do ano passado - quase 23 mil casos a mais.
A última figura pública vítima de dengue é o ator Miguel Falabella. Na quinta-feira(4) ele passou mal durante uma gravação e depois de passar por exames confirmou-se a suspeita da doença. Curiosamente, Falabella mora em um dos bairros do Rio com menos registro da doença - a Lagoa Rodrigo de Freitas - mostrando que ninguém está livre do perigo.
O multiartista terá de diminuir o ritmo e adiar seus projetos simultâneos: Pé na cova e Alô Dolly, bem como as audições que acaba de abrir para o musical A madrinha embriagada”, versão brasileira de The Drowsy Chaperone, o qual vai dirigir, além de fazer a adaptação para o português.
Enquanto a Lagoa teve em média um caso de dengue para cada 588 habitantes, na quase vizinha, Rocinha, a cada 90 moradores um foi infectado.
Fonte jornal do brasil
Criação de empresa para gerir saúde pública gera polêmica
Criação de empresa para gerir saúde pública gera polêmica
Ao modernizar atual sistema, Riosaúde poderá se limitar à sobreposição de atribuiçõe
A Câmara dos Vereadores do Rio se prepara para levar ao plenário um projeto de lei que pode mudar a estrutura e o funcionamento da saúde pública no município. Trata-se da criação da Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro (Riosaúde), que passará a gerir as unidades públicas municipais.
A empresa, semelhante à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) que atuará em hospitais universitários federais em todo o país, será instaurada a partir do PL 80/2013 e tem, de acordo com o texto, duração indeterminada. Entre suas atribuições, estão: "gerir e prestar serviços de engenharia clínica, manutenção predial de unidades de saúde e demais serviços de apoio à saúde" e "celebrar contratos, convênios ou termos de parceria com vistas à realização de suas atividades".
A justificativa da lei, elaborada pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB), afirma que seu objetivo é enfrentar de forma "sistêmica, estruturante e tempestiva aos grandes problemas remanescentes da atividade de prestação de serviços de saúde, os quais permanecem apesar dos avanços obtidos através dos esforços envidados por esta Administração".
A audiência pública de quinta-feira (4) foi duramente criticada pelos participantes por não responder os questionamentosPolêmica
A criação da Riosaúde, porém, está gerando muita polêmica entre parlamentares e organizações da área que criticam a falta de esclarecimentos do projeto. Na quinta-feira (4), foi convocada uma audiência pública na Câmara para que o Poder Executivo explicasse com mais profundidade as motivações da iniciativa. O secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, esteve presente, mas os participantes reclamaram que ele repassou grande parte dos questionamentos à Secretaria Civil do município.
Ausente do encontro por conta de um compromisso com o prefeito Eduardo Paes, o secretário da Casa Civil, Pedro Paulo Teixeira, participará de nova audiência, que segundo o vereador Guaraná (PMDB), ocorrerá na terça-feira (9), às 14h. No entanto, só será permitida a entrada de parlamentares. O PL 80/2013 foi enviado à Câmara em regime de urgência, mas ainda passa pelo crivo de seis comissões da Casa.
Casa Civil
Ao Jornal do Brasil, o secretário explicou que a ideia da criação da Riosaúde veio da "necessidade de um novo modelo, um instrumento inovador de gestão, que permita que o município tenha mais eficiência e agilidade na prestação de serviços de saúde para a população".
No texto, fica explicitado que o ingresso de funcionários será via concurso público e a empresa passará por todos trâmites legais para processos de licitação. Tais medidas já são atualmente realizadas pela administração direta da Saúde, mas os novos profissionais serão contratados pelo regime de Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).
"A proposta prevê uma estrutura enxuta, mas ainda estamos estudando onde ela vai funcionar, além de outros detalhes, como os salários dos profissionais. Podemos afirmar que, com o regime de CLT, a remuneração para os profissionais da RioSaúde será melhor, pois o regime estatutário engessa o sistema, além de ser mais custoso para pagar o profissional contratado ou demiti-lo", afirmou ao JB o secretário.
Ele também destacou que a Riosaúde não altera nem substitui o modelo de gerência das 11 Organizações Sociais (OSs) que atualmente gerenciam, em contrato com a Secretaria de Saúde, 93 unidades de saúde em toda a cidade.
Mais dúvidas que respostas
Entre as indagações, Pinheiro quis saber qual a vantagem da criação da Riosaúde, uma vez que terá as mesmas atribuições que a administração direta, bem como o destino dos atuais funcionários, se serão absorvidos pela empresa, e os novos, se terão estabilidade para exercer suas funções.
Constitucionalidade
Ação direta de inconstitucionalidade (Adin 4895), do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que questiona a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
Segundo o procurador-geral, a lei viola o Inciso 19 do Artigo 37 da Constituição, que estabelece que a instituição de empresa pública poderá ser autorizada somente por meio de lei específica, cabendo à lei complementar definir as áreas de atuação dessa empresa. Além disso, Gurgel também contesta, na ação, a contratação de servidores com base na CLT e as contratações por meio de celebração de contratos temporários e de processo simplificado.
A assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal (STF) informou que o caso está com a procuradoria-geral da República e, assim que for respondido, será entregue ao relator do processo, o ministro Dias Toffoli. Em relação à constitucionalidade, a Casa Civil carioca afirmou que "a proposta de criação da empresa foi analisada e recebeu parecer favorável da Procuradoria do Município".
segunda-feira, 18 de março de 2013
Ministra do STF suspende nova divisão dos royalties do petróleo
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia concedeu medida cautelar (provisória) nesta segunda-feira (18) para suspender a nova redistribuição dos royalties do petróleo, conforme lei promulgada na semana passada pela presidente Dilma Rousseff. O royalty é uma compensação paga pela extração de petróleo.
A decisão do STF impede uma distribuição mais igualitária dos tributos arrecadados entre produtores e não produtores de petróleo tanto de blocos em operação quanto para futuras áreas de produção.
Com isso, volta a valer a antiga divisão, com maior benefício aos produtores, até que o plenário do Supremo decida sobre o tema, o que só deve ocorrer em abril.
Na liminar, a ministra argumenta, em 35 páginas, que a Constituição garante o royalty como compensação ao produtor e diz que uma nova lei não pode ferir o direito adquirido dos produtores. Ela afirma ainda que não se pode beneficiar um estado prejudicando outro.
"O enfraquecimento dos direitos de algumas entidades federadas não fortalece a federação; compromete-a em seu todo. E se uma vez se desobedece a Constituição em nome de uma necessidade, outra poderá ser a inobservância em nome de outra. Até o dia em que não haverá mais Constituição", afirmou.
A decisão foi tomada a partir de ação protocolada pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Foram protocoladas ainda ações do Espírito Santo, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e de São Paulo.
Em face da urgência qualificada comprovada no caso, dos riscos objetivamente demonstrados da eficácia dos dispositivos e dos seus efeitos, de difícil desfazimento, defiro a medida cautelar"Cármen Lúcia, ministra do STFAs ações foram apresentadas em decorrência da derrubada, pelo Congresso, dos 142 vetos da presidente Dilma Rousseff à Lei dos Royalties. Os vetos impediam que o novo critério de distribuição fosse aplicado sobre contratos em vigor, o que causaria perda imediata de receita pelos estados produtores.
Cármen Lúcia afirma, em sua decisão, que a nova lei causa "riscos". "Pelo exposto, na esteira dos precedentes, em face da urgência qualificada comprovada no caso, dos riscos objetivamente demonstrados da eficácia dos dispositivos e dos seus efeitos, de difícil desfazimento, defiro a medida cautelar", afirmou Cármen Lúcia em sua decisão.
Os processos foram distribuídos por sorteio para a ministra Cármen Lúcia. Na decisão, ela explica que tomou a decisão sozinha, sem levar ao plenário, por conta da "excepcionalidade" do caso. Cármen Lúcia disse ainda que não teve tempo de analisar as outras três ações propostas.
"A pouco ortodoxia da apreciação monocrática, pelo relator , da cautelar requerida em ação direta de inconstitucionalidade deve-se, exclusivamente, à excepcionalidade da situação e aos riscos decorrentes do aguardo da providência pela instancia natural deste Supremo."
Política se pauta pela vontade da maioria, mas mesmo a vontade da maioria tem um limite, que é o limite estabelecido na Constituição."Luís Roberto Barroso, procurador do Estado do RioCármen Lúcia afirmou também que a suspensão da divisão "resguarda" direito dos cidadãos de estados e municípios atingidos pelo petróleo. "Assim se tem resguardados, cautelarmente, direitos dos cidadãos dos Estados e dos Municípios que se afirmam atingidos em seu acervo jurídico e em sua capacidade financeira e política de persistir no cumprimento de seus deveres constitucionais."
A petição do Rio foi assinada por Cabral, pela procuradora-geral do Estado, Lúcia Léa Tavares, e pelo procurador Luís Roberto Barroso, advogado constitucionalista. Barroso já havia afirmado ao G1 que questionaria toda a lei, não somente a mudança em contratos em vigor como era esperado.
Após a decisão, Barroso afirmou que a decisão mostra que a Constituição impõe limites à política. "Embora no Brasil atual existam algumas superposições entre o direito e a política, direito e política são coisas diferentes. Política se pauta pela vontade da maioria, mas mesmo a vontade da maioria tem um limite, que é o limite estabelecido na Constituição. A política cria o direito ao elaborar a Constituição, mas depois a Constituição limita a política. E é exatamente isso que aconteceu."
A ministra Cármen Lúcia não informou, na sua decisão, quando levará o tema ao plenário, mas disse que não daria tempo de o Supremo analisar o caso ainda nesta semana, nas sessões dos dias 20 e 21 de março. Como não haverá sessão nos dias 27 e 28 de março, as ações não serão analisadas pelo plenário antes de abril.
Pedido do Rio
A ADI protocolada pelo Rio argumenta, em 51 páginas, que a nova redistribuição fere vários princípios constitucionais: direito adquirido (em relação a mudanças nos contratos em vigor); segurança jurídica (prejudica receitas comprometidas); ato jurídico perfeito (contratos assinados com base na previsão de recebimento de recursos oriundos dos royalties); e responsabilidade fiscal (produziria desequilíbio orçamentário).
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Gilmar Mendes critica pressão para STF decidir rápido sobre royaltiesEduardo Campos propõe acordo sobre royalties entre estados'Pressões não nos incomodam', diz Joaquim Barbosa sobre royaltiesCabral suspende pagamentos do RJ até decisão do STF sobre royaltiesRio quer derrubar no STF toda a Lei dos Royalties, diz procuradorSérgio Cabral anunciou na semana passada, após a derrubada dos vetos, que entraria com ação no STF e que estavam suspensos parte dos pagamentos do Rio até que a Corte decida. O ministro do STF Gilmar Mendes chegou a criticar pressões à corte.
No processo enviado ao Supremo, o Rio afirma que a mudança mesmo nos contratos futuros é inconstitucional porque coloca "no centro das preocupações, não os entes produtores, como determina a Constituição, e sim os estados que não sofrem os impactos e os riscos asssociados à exploração de petróleo". A petição afirma que a mudança seria "punição duplamente injusta" aos moradores de estados produtores porque pode haver piora dos serviços públicos com a queda de receitas.
O texto afirma também que, durante o diálogo para o texto da Constituição, foi feito um acordo para que o pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é cobrado na origem (onde se faz a compra do produto), fosse feito no estado de destino (para onde o item foi levado) em relação ao petróleo como compensação aos não produtores.
Redistribuição
A nova proposta de redistribuição dos tributos do petróleo – royalties e participação especial – entre União, estados e municípios, aumentaria repasse de dinheiro para estados e municípios não produtores e diminuiria a parcela destinada aos estados e municípios onde há extração.
Hoje, a parte dos royalties destinada a estados e municípios sem extração é de 7% e 1,75%, respectivamente. Agora, segundo a nova lei, tanto estados como municípios passariam a receber 21%. Em 2020, a parcela aumentaria para 27% do total arrecadado pela União.
Estados produtores de petróleo, que hoje recebem 26% do dinheiro, teriam a fatia reduzida para 20% em 2013. Os municípios com extração passarão dos atuais 26,25% para 15%, em 2013, chegando a 4%, em 2020.
A participação especial, atualmente dividida entre União (50%), estado produtor (40%) e município produtor (10%), passaria a incluir estados e municípios onde não existe extração. Neste ano, tanto estados como municípios receberiam 10%. Em 2020, 15%. A nova lei reduz a parcela atual de 40% destinada a estados produtores para 32%, em 2013, e para 20%, em 2020.
No entanto, estados e municípios não produtores deveriam esperar pelo menos dois meses para se beneficiar das novas regras de divisão dos recursos do petróleo. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o pagamento de royalties aos estados e municípios é mensal, mas há uma defasagem de dois meses entre extração e distribuição dos recursos. Os percentuais pagos em março, por exemplo, são referentes à extração de petróleo realizada em janeiro.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Fiscalização de barcos de Arraial do Cabo, RJ,
Fiscalização de barcos de Arraial do Cabo, RJ, começou na quinta-feira(27)
A multa varia de R$ 1.500 a R$ 100 mil para quem descumprir regras.
Cerca de 1.500 pessoas usam os serviços de passeio ou mergulho por dia.
A fiscalização dos donos de barcos de passeio de Arraial do Cabo, que pretendem explorar o serviço na reserva extrativista, começou na manhã da quinta-feira (27). Só pode trabalhar no local quem tem autorização. A multa varia de R$ 1.500 a R$ 100 mil.
O movimento de turistas já é intenso no pier da Praia dos Anjos. Embarcações saem a todo momento para passeio ou mergulho.
Para qualificar o serviço e organizar a atividade turística náutica, o Instituto Chico Mendes de Conservação Ambiental (ICMBIO) criou uma portaria. Nela são estabelecidos critérios para a autorização provisória dos serviços de passeio, pesca esportiva, mergulho e brinquedos aquáticos. Para a temporada 2012/2013 foram feitos 212 cadastros, sendo que 175 autorizações foram liberadas.
Durante a alta temporada, cerca de 1.500 pessoas usam os serviços de passeio ou mergulho por dia em Arraial do Cabo, segundo a Associação de Mergulho. Para o presidente da associação, Sanderson Barros, o ordenamento coíbe o serviço clandestino e ainda garante a manutenção do turismo pela preservação da área.
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PRAZER DA PALAVRA. Israel Belo de Azevedo,ABAIXO OS "AMIGOS DE JÓ", 1
ABAIXO OS "AMIGOS DE JÓ", 1
O livro de Jó descreve os argumentos de pessoas que foram ao seu encontro para o confortar diante de uma sucessão de tragédias que alcançaram a sua vida.
Como as adversidades foram intensas, suas lágrimas lhes pareceram insuficientes e trataram de oferecer explicações para o sofrimento do amigo.
Teve início, então, um segundo turno, igualmente doloroso, nos sofrimentos de Jó. Um a um, cada um dos amigos foi explanando porque aquelas coisas ruins aconteceram a um homem, que a Bíblia chama de íntegro. E eles concluíram que aquelas coisas aconteceram porque Jó não era bom. Na verdade, Jó era o verdadeiro culpado de suas desgraças.
Não são poucos os "amigos de Jó" ainda hoje. Eles têm cara de piedosos, mas são cruéis. Eles podem até ser bem intencionados, mas falam palavras típicas do inferno, precisamente cheio (como diz a frase hoje popular e atribuída a Bernardo de Clairvaux, no século 12) de boas intenções. Eles podem se arrogar como sábios, mas são ignorantes. Eles podem ser vistos como santos, mas estão sob o domínio do pecado. Eles dizem portar uma mensagem de Deus, mas servem a Satanás.
Eles agem quando um filho de Deus está doente.
Nestas horas, os "amigos" chegam e dizem que vão "determinar" a sua cura. Chegam dispostos a expulsar os "espíritos imundos" que tomaram o seu corpo. Aparecem e oram para que perdoem os seus pecados, para "ficarem curados".
Abutres!
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
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